Descubra a ordem de força truco mineiro, conheça as manilhas e jogue com mais confiança.
O Zap cai na mesa, a conversa para por um segundo e o adversário já entende o recado: aquela rodada tem dono. No truco de Minas, conhecer a ordem de força truco mineiro muda a maneira de jogar desde a primeira carta. Não basta ter coragem para pedir truco;é preciso saber quando uma carta segura a rodada e quando o blefe é a melhor saída. Quem domina a ordem de força truco mineiro joga com mais tranquilidade, aproveita melhor a parceria e evita entregar pontos por um erro que poderia ser facilmente evitado.A regra mais conhecida usa manilhas fixas. Da mais forte para a mais fraca, elas são: 4 de paus, chamado de Zap;7 de copas, conhecido como Copas ou Escopeta;ás de espadas, chamado de Espadilha;

e 7 de ouros, conhecido como Pica-Fumo ou Sete de Ouro. Depois delas vêm as cartas comuns, nesta sequência: 3, 2, ás。rei。valete, dama, 7, 6, 5 e 4. Na ordem de força truco mineiro, os naipes das cartas comuns não definem desempate. Um 3 de copas e um 3 de ouros, por exemplo, têm a mesma força. Ah, e as cartas que são manilhas não entram novamente como cartas comuns.
Essa diferença fica clara numa situação bem comum: você tem um 3 e acredita estar protegido. É uma carta forte, sem dúvida, mas perde para qualquer manilha. Se o adversário jogar o 7 de ouros, o 3 não resolve. Por outro lado。contra um 2, um ás comum ou um rei, ele leva a rodada. Memorizar a ordem de força truco mineiro ajuda justamente nesses momentos em que a mesa fica agitada e ninguém quer perder tempo fazendo contas. Uma dica prática é guardar as quatro manilhas como um grupo separado;
depois, lembrar da sequência das cartas comuns fica bem mais fácil.Na parceria, informação vale ouro. Imagine que seu colega ganhou a primeira rodada com uma carta alta e você tem um Zap na mão. Gastá-lo imediatamente pode funcionar, mas também pode ser melhor esperar, dependendo das cartas jogadas e da postura dos adversários. A ordem de força truco mineiro mostra o poder de cada carta;a leitura da mesa ajuda a escolher a hora certa de usá-la. Conhecer a ordem de força truco mineiro também evita aquele desencontro clássico em que os dois parceiros gastam cartas fortes na mesma rodada sem necessidade.O pedido de truco acrescenta pressão e aumenta a aposta da mão. Em muitas mesas。ela começa valendo um ponto e pode passar para três, seis, nove e doze, conforme os jogadores aceitam ou aumentam a aposta. Antes de aceitar, observe o placar, as cartas que já apareceram e a reação da dupla adversária. Um pedido rápido pode esconder um jogo fraco, mas também pode ser só alguém animado com duas manilhas. A ordem de força truco mineiro não revela as cartas dos outros, claro, porém oferece uma base concreta para decidir se vale enfrentar o desafio ou correr e entregar menos pontos.Há detalhes que merecem ser combinados antes de embaralhar. O truco mineiro costuma usar um baralho de 40 cartas, sem 8, 9 e 10。mas nomes, sinais e regras de situações especiais podem variar entre grupos. A chamada mão de dez, por exemplo, pode ter condições próprias conforme a mesa. Confirme essas combinações antes da partida e mantenha a diversão longe de discussões. Mesmo quando todos concordam com a ordem de força truco mineiro, um detalhe diferente na pontuação pode mudar a decisão de aceitar uma aposta.Para quem está começando, uma boa maneira de aprender é deixar a ordem de força truco mineiro por perto durante algumas partidas amistosas. Com o tempo, reconhecer o Zap。
o Copas, a Espadilha e o Pica-Fumo vira quase automático. Depois, experimente observar quais cartas fortes já saíram e como seu parceiro costuma reagir aos pedidos. É aí que a partida ganha outra graça: a ordem de força truco mineiro deixa de ser uma lista decorada e passa a fazer parte do seu jeito de jogar. Reúna a turma, embaralhe e coloque esse conhecimento à prova na próxima rodada.
